A investigação realizada pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) não encontrou elementos suficientes que permitam associar a aquisição de aeronaves pela LAM à prática de crimes ou responsabilizar criminalmente os gestores da companhia.
A conclusão consta do despacho do Ministério Público, citado na edição de hoje do Jornal Savana, que analisou as operações de aquisição de um Bombardier Q400 e de dois Embraer 190, bem como as informações resultantes de uma auditoria interna realizada na companhia.
Segundo o Ministério Público, embora tenham sido identificadas algumas fragilidades relacionadas com procedimentos e mecanismos de controlo, estas não foram acompanhadas de elementos que preenchessem os requisitos legais para uma imputação criminal.
A instituição recomendou o reforço dos sistemas de controlo interno e governação corporativa, mantendo-se, assim, a aquisição das aeronaves sem responsabilização criminal dos gestores da LAM. Clique e acompanha mais...
